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Tarifa Mínima: entenda o que é e como pode afetar seu Sistema de Energia Solar

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Por todos os lados as empresas que trabalham com Energia Solar divulgam que conseguem reduzir até 95% da sua conta de energia.

E por que 95% e não 100%?

Porque mesmo que você produza toda a sua demanda de energia, a companha elétrica ainda pode cobrar o custo de disponibilidade ou tarifa mínima.

Afinal de contas, o que é essa tarifa mínima?

É o valor cobrado pela sua concessionária de energia elétrica para disponibilizar a eletricidade para seu imóvel.

Ela inclui os custos de toda a infraestrutura que garante que a eletricidade chegue a todos nós. Mesmo que ela não seja utilizada, pagamos pelo fato dela estar disponível.

Afinal, mesmo após a instalação do sistema solar fotovoltaico, você ainda precisará da concessionária de energia nos momentos em que sua geração não for suficiente (dias chuvosos, por exemplo) ou quando não houver produção (à noite).

E qual é o valor desse custo?

Segundo a Resolução 456/2000 da ANEEL, as companhias energéticas podem cobrar os seguintes valores:

  • Para as unidades monofásicas, o valor em moeda corrente será o equivalente a 30 kWh;
  • Para as unidades bifásicas a cobrança mínima será equivalente a 50 kWh; e
  • Para as unidades trifásicas o valor corresponderá a 100 kWh.

Lembrando que esses valores são cobrados mesmo que não haja consumo ou você consiga produzir toda a energia referente ao seu consumo.

Assim, esse valor vai continuar existindo independente do uso da energia do seu sistema de energia solar.

Mesmo que o valor da sua conta não fique zerado, é melhor do que pagar pelo consumo de energia, devendo sempre ser levado em consideração os valores que serão economizados ao longo do período de vida útil do sistema.

Além desse valor, você ainda vai continuar pagando a COSIP (Contribuição para o Custeio dos Serviços de Iluminação Pública)

A COSIP, como o próprio nome diz, serve para custear a iluminação pública da sua cidade e pode ser cobrada na conta de energia elétrica.

Apenas a título de informação, a Contribuição é um tributo, ou seja, é uma obrigação imposta pelo Estado e deve ser paga por todos os cidadãos, independente do consumo de energia elétrica ou da sua vontade.

Confira uma conta de energia elétrica com Energia Solar instalada:

Essa é uma conta real de um cliente da Rota Solar, que antes pagava em média mais de R$2.000,00/mês e após a instalação do Sistema de Energia Solar passou a pagar somente esses valores.

Incrível, não é?

Por isso asseguramos que você terá uma economia de até 95% da sua conta de energia, porque não há como se livrar do custo de disponibilidade e da COSIP.

Mas te garanto que é bem melhor do que pagar por todo o seu consumo sem ter nenhum retorno desse valor.

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Confira outros benefícios da Energia Solar além da redução de até 95% na conta de energia elétrica da Energia Solar.

Proteção Contra a Inflação Energética

Um dos maiores problemas financeiros no mundo é a inflação, e nesse setor não é diferente. A tarifa média nominal subiu 230% nos últimos 18 anos, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Esse efeito da inflação teve um agravamento no final de 2012 em razão de alguns fatores:

  1. risco hidrológico (R$ 44,6 bilhões);
  2. empréstimos à Conta de Desenvolvimento Energético – CDE, um encargo setorial, estabelecido em lei, e pago pelas empresas de distribuição (R$ 45,5 bilhões);
  3. indenizações às geradoras e transmissoras (R$ 18 bilhões);
  4. bonificações às usinas cotistas (R$ 7 bilhões); e
  5. a não realização de um leilão de energia nova em 2014 (R$ 14,6 bilhões).

Estudos revelam que o aumento da Energia Elétrica teve um aumento real de 20,4%.

Aumento real quer dizer que a inflação já está descontada, ou seja, é um aumento acima da inflação.

Entretanto, com um sistema de Energia Solar Fotovoltaico, a inflação e as bandeiras tarifárias deixarão de ser problema.

Isso porque você passa a gerar toda a energia que consome, diretamente do seu telhado.

Dessa forma você fica protegido contra os efeitos da inflação, uma vez que produz toda a sua demanda, ficando imune, inclusive à bandeira tarifária, aquela que aparece na conta de energia todos os meses entre vermelha, amarela e verde.

Valorização do Imóvel

Não importa se o seu imóvel é para aluguel ou para desfrutar, uma casa ou comércio com um sistema de Energia Solar Fotovoltaica possui um valor agregado.

Isso pode ser comprovado por meio de uma pesquisa realizada em 2017 nos Estados Unidos, que analisou a venda de mais de vinte mil casas.

Nesse estudo, ficou demonstrado que os compradores pagavam até US$ 15 mil a mais em casas com sistemas solares fotovoltaicos.

Em estudos recentes ficou comprovado que imóveis com energia solar implantado tinham seu um aumento médio de 3% a 6% no seu valor, em relação aos imóveis sem painéis fotovoltaicos instalados.

Isso significa que os preços variam entre R$35.000,00 e R$95.000,00 a mais.

Já é um bom argumento, concorda?

Atualmente nos Estados Unidos mais de 600.000 imóveis produzem a sua própria energia com a Luz do Sol.

No Brasil a quantidade de unidades geradoras é de 235.650 e no Estado de Goiás 9.643.

Ou seja, ainda temos muito a crescer e contribuir com o sistema energético brasileiro, que é outro benefício dos sistemas fotovoltaicos.

Rápido Retorno do Investimento (ROI)

Em razão da economia com a energia elétrica, o valor investido no sistema de Energia Solar volta para o seu bolso.

Ou seja, você vai substituir uma despesa por um investimento, isso significa que o valor investido no sistema será “pago” com a economia que você terá na sua conta de energia elétrica.

Depois de conseguir pagar o investimento inicial, você irá “lucrar” a cada economia na sua conta de energia.

Isso significa que você vai poder utilizar o dinheiro economizado com energia elétrica para fazer outros investimentos, como estoque, reformas, capital de giro, investimentos financeiros ou mesmo utilizar para fazer uma viagem ou trocar os móveis da casa.

Esse prazo de retorno do investimento em energia solar, conhecido também como payback, é muito atrativo em todas as regiões do Brasil, principalmente em Goiás, que tem um alto índice de radiação solar.

Segundo estudos, estima-se que o retorno do investimento em um sistema solar tem payback médio de 3 a 5 anos.

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Longa Vida Útil do Sistema

Apesar de serem instaladas sobre os telhados e fiquem expostas todos os dias sob ação do Sol e da chuva, as placas fotovoltaicas possuem uma vida útil acima de 25 anos, já que são fabricadas para aproveitarem esse tipo de exposição.

Além disso, a maioria dos fabricantes garante uma eficiência de no mínimo 80% em relação a produção inicial até o final desse prazo.

Ou seja, quando uma placa solar completar 25 anos irá gerar no mínimo 80% da quantidade de energia que gerava no primeiro dia de produção.

Já o inversor, possui vida útil entre 3 e 25 anos, dependendo da tecnologia utilizada.

Nesse ponto, cabe destacar que os inversores tradicionais possuem o prazo médio de garantia de 5 anos, podendo variar para mais ou para menos, dependendo do fabricante.

Já os microinversores, além de conferirem maior eficiência e segurança ao sistema, possuem o prazo médio de garantia de 15 anos, tendo marcas que possuem garantia estendida, chegando a 25 anos de garantia.

Clique aqui e saiba as diferenças entre as tecnologias.

Baixa Manutenção

Os sistemas de energia solar exigem pouca manutenção, embora funcionem 12 horas por dia gerando energia elétrica.

A manutenção mais frequente é a limpeza dos módulos.

Os módulos possuem uma película antiaderente, que previne o acúmulo de sujeira e de poeira.

Na maior parte das vezes, a própria chuva leva embora esses resíduos acumulados.

Outra manutenção necessária é a da parte elétrica do sistema, porém, com bem menos frequência, ocorrendo de maneira preventiva (apenas uma vez ao ano).

Dessa forma, verifica-se que o custo de manutenção é baixíssimo e são necessários poucos reparos e manutenções.

Contribuição com o sistema energético brasileiro

Se você nasceu antes de 2001 (o que é bem provável se está lendo esse material), deve se lembrar da crise energética conhecida como “apagão”.

Na época os brasileiros foram obrigados a mudarem seus padrões de consumo sob pena de todos ficarem sem energia.

Naquele período, tivemos que adotar várias medidas de racionamento de energia.

Dentre as medidas, edifícios passaram a desligar elevadores, quando tinham mais de um e as casas, comércios e indústrias tiveram que se planejar para otimizar o consumo de energia.

Esse fenômeno foi causado por uma crise no sistema hídrico, foi um ano com poucas chuvas, recente privatização das companhias energéticas e falta de planejamento para lidar com a situação.

Isso porque o nosso sistema energético ainda é em sua grande maioria proveniente de usinas hidrelétricas, ficando sujeito às chuvas.

Em um passado mais recente, em 2012 tivemos outra crise energética.

Naquele ano houve vários incidentes, deixando todas as regiões do Brasil sem energia elétrica.

Em consequência, em 2015 foi adotado o sistema de bandeira tarifária, que reflete o custo de geração de energia elétrica de acordo com as condições, se favoráveis ou desfavoráveis, à produção de energia.

Dessa forma, com a geração distribuída, esse tipo de problema é reduzido, já que desafoga o sistema de geração de energia.

Assim, até o sistema de bandeira tarifária poderia ser extinto e poderíamos ter uma energia elétrica mais barata.

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Para saber tudo de energia solar, acesse nosso Guia Definitivo.

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